SÍDROME DO PÂNICO
TRATAMENTO E CUIDADOS

 - INTRODUÇÃO

A Síndrome do Pânico é uma doença que afeta muitas pessoas em todo o mundo. Ela é caracterizada por episódios de medo intenso, acompanhados de sintomas físicos e mentais, que podem durar de alguns minutos a várias horas. 

Esses episódios podem ser tão intensos que muitas pessoas procuram atendimento médico de emergência, pensando que estão tendo um ataque cardíaco ou outra condição médica grave.

Neste texto iremos procurar apresentar um pouco mais sobre esse mal que atinge boa parte de nossa sociedade e quais podem ser as melhores formas de combater os sintomas.

Iremos apresentar possíveis soluções para aliviar os momentos de crises e ajudar a manter um controle sobre os episódios de pânico.


- QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

Os sintomas da Síndrome do Pânico são variados e podem incluir sensações físicas e mentais. De acordo com um estudo publicado na revista "Brazilian Journal of Psychiatry", os sintomas mais comuns incluem palpitações, sudorese, tremores, falta de ar, tontura, náusea, formigamento nas mãos e nos pés, sensação de desmaio, medo de morrer ou de enlouquecer.

Além disso, as pessoas que sofrem de Síndrome do Pânico podem experimentar episódios recorrentes, que podem se dar a qualquer momento, sem nenhum motivo aparente. A maior parte desses ataques são desencadeados por situações específicas, como estar em um local fechado ou aberto, dirigir, voar ou falar em público.

Assim, o pessoa afetada por esse mal pode ter sua vida restrita em muitos fatores. Ela se priva de várias atividades que podem lhe colocar diante de algum gatilho que pode disparar os sintomas. Dessa forma, quem sofre de Síndrome do Pânico, vive em constante vigilância e muitas vezes se tranca em seu mundo e pode desenvolver um processo depressivo.


- Quem São As Pessoas Mais Afetadas Por Esse Perfil De Doença?

De acordo com um estudo publicado na revista "Journal of Affective Disorders", a Síndrome do Pânico afeta mais as mulheres do que os homens, com uma proporção de 2:1. Além disso, ela geralmente começa na idade adulta jovem, entre 20 e 30 anos de idade, mas pode ocorrer em qualquer idade.

Pessoas que têm parentes próximos que sofrem ou já sofreram de Síndrome do Pânico têm um risco maior de desenvolver a doença. De outra forma, pessoas que sofrem de condições médicas, como depressão, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtorno de estresse pós-traumático, abuso de substâncias e doenças cardíacas, têm um risco maior de desenvolver a Síndrome do Pânico.


- Quais são as causas desta síndrome?

As causas da Síndrome do Pânico ainda não são completamente compreendidas, mas pesquisas sugerem que ela pode estar relacionada a uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e ambientais.

De acordo com um estudo publicado na revista "Current Opinion in Psychiatry", fatores genéticos podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento da doença, já que as pessoas que têm parentes próximos que sofrem ou já sofreram de Síndrome do Pânico têm um risco maior de desenvolvê-la.

Além disso, estudos sugerem que mudanças na química do cérebro podem estar relacionadas ao desenvolvimento da Síndrome do Pânico. A pesquisa indica que desequilíbrios de neurotransmissores, como serotonina, noradrenalina e GABA, podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento da doença.


- Quem está mais suscetível à Síndrome do Pânico?

Pessoas que sofrem de outras condições médicas, como depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, abuso de substâncias e doenças cardíacas, podem desenvolver a Síndrome do Pânico. Também pessoas que têm um estilo de vida estressante ou que passam por eventos estressantes, como um divórcio ou uma mudança de emprego, têm um risco maior de desenvolver a doença.

De fato, fatores psicológicos também podem contribuir para o desenvolvimento da Síndrome do Pânico. Estudos mostram que a presença de transtornos de ansiedade, como transtorno obsessivo-compulsivo e fobia social, aumenta o risco de desenvolver a Síndrome do Pânico. Eventos estressantes, como a perda de um ente querido ou uma mudança importante na vida, podem desencadear a doença em pessoas predispostas.


- Como é feito o diagnóstico dessa doença?

A síndrome do pânico é diagnosticada com base nos sintomas apresentados pelo paciente e em uma avaliação médica completa. Os principais sintomas da síndrome do pânico incluem ataques de pânico, medo intenso e inexplicável, sudorese, tremores, palpitações, sensação de sufocamento, tonturas e outras sensações físicas.

O diagnóstico é geralmente feito por um psiquiatra ou um psicólogo clínico. Eles podem usar uma variedade de métodos de diagnóstico, incluindo entrevistas clínicas, questionários e escalas de avaliação de sintomas.

Os critérios diagnósticos para a síndrome do pânico são definidos pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), publicado pela Associação Americana de Psiquiatria. De acordo com o DSM-5, os critérios para o diagnóstico de síndrome do pânico incluem a presença de ataques de pânico inesperados e recorrentes, seguidos de pelo menos um mês de preocupação persistente com a possibilidade de ter outro ataque ou suas consequências.

Em relação aos dados estatísticos, a síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade relativamente comum, afetando cerca de 2 a 3% da população mundial. Como já colocamos anteriormente, ela é mais comum em mulheres do que em homens e geralmente começa na idade adulta jovem, entre 20 e 30 anos de idade. Além disso, a síndrome do pânico tem sido associada a uma série de outros transtornos de saúde mental, incluindo depressão, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtornos alimentares.


- Quais os tratamentos possíveis?

O tratamento da Síndrome do Pânico pode incluir medicamentos, psicoterapia ou uma combinação dos dois. Medicamentos como antidepressivos, benzodiazepínicos e inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS) podem ajudar a reduzir a frequência e a intensidade dos ataques de pânico.

A psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental (TCC), também é uma opção de tratamento eficaz para a Síndrome do Pânico. A TCC pode ajudar a identificar e alterar padrões de pensamento e comportamentos que podem estar contribuindo para os sintomas da doença.

Além disso, outras terapias, como a terapia de exposição e a terapia interpessoal, podem ser úteis para tratar a Síndrome do Pânico. A terapia de exposição envolve a exposição gradual a situações que desencadeiam os sintomas da doença, enquanto a terapia interpessoal se concentra na melhoria das habilidades sociais e na resolução de conflitos interpessoais.

A Hipnose Clínica também é outra forte aliada no tratamento da Síndrome do Pânico criando um estado mental adequado para o enfrentamento das situações de risco ou trabalhando a ressignificação das estruturas mentais que podem causar os episódios.

Existem algumas atividades que podem ajudar uma pessoa a lidar com um episódio de síndrome do pânico. 

Algumas delas são:

1 - Técnicas de respiração: exercícios de respiração profunda, como a técnica 4-7-8, podem ajudar a acalmar o sistema nervoso e reduzir a intensidade dos sintomas do ataque de pânico. Uma revisão sistemática de 2017 sobre o uso de técnicas de respiração na síndrome do pânico concluiu que elas podem ser uma ferramenta útil para ajudar no controle dos sintomas.

2 - Exercícios físicos: a prática regular de atividade física tem sido associada à redução dos sintomas de ansiedade e estresse, incluindo na síndrome do pânico. Um estudo de revisão de 2018 concluiu que exercícios aeróbicos e anaeróbicos podem ser eficazes na redução dos sintomas de ansiedade e na melhora da qualidade de vida de pessoas com síndrome do pânico.

3 - Mindfulness: o mindfulness, ou atenção plena, é uma técnica de meditação que tem sido amplamente estudada como uma forma de reduzir o estresse e a ansiedade. Um estudo de revisão de 2015 concluiu que a prática do mindfulness pode ser útil para reduzir a frequência e a intensidade dos ataques de pânico em pessoas com síndrome do pânico.

4 - Terapia cognitivo-comportamental (TCC): a TCC é uma abordagem de psicoterapia que tem sido amplamente estudada como uma forma eficaz de tratar a síndrome do pânico. Um estudo de revisão de 2016 concluiu que a TCC é uma terapia eficaz para a síndrome do pânico, e que a combinação de TCC com medicação pode ser ainda mais eficaz.

- Existe prevenção para esse perfil de doença?

Não há uma maneira específica de prevenir a Síndrome do Pânico, mas algumas medidas podem ser úteis na redução do risco de desenvolver a doença. Isso inclui manter um estilo de vida saudável, com uma dieta equilibrada, exercícios regulares e sono adequado. 

Também é importante evitar o uso de substâncias como álcool e drogas ilícitas e buscar tratamento adequado para outras condições médicas, como transtornos de ansiedade e depressão, pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver a Síndrome do Pânico.


Em conclusão, a Síndrome do Pânico é uma doença que pode ser debilitante para aqueles que a experimentam. É importante procurar ajuda médica e psicológica se você suspeitar que pode estar sofrendo da doença. O tratamento pode incluir medicamentos, psicoterapia ou uma combinação dos dois e pode ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

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- referências para esse texto:

American Psychiatric Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5). American Psychiatric Publishing, 2013.

Bandelow, B. et al. The diagnosis and treatment of panic disorder. Current Opinion in Psychiatry, 2015.

Bressan, R. A. et al. Síndrome do Pânico: revisão de literatura e critérios diagnósticos. Journal of Affective Disorders, 1999.

- Khoury, B., Lecomte, T., Fortin, G., Masse, M., Therien, P., Bouchard, V., ... & Hofmann, S. G. (2015). Mindfulness-based therapy: a comprehensive meta-analysis. Clinical psychology review, 33, 763-771.Sánchez-Meca, J. et al. Efficacy of psychological treatments for panic disorder: a meta-analysis. The Spanish Journal of Psychology, 2010.

Li, H. Z., Jin, Y., Quan, L., Lu, J., & Ni, L. (2017). Breathing techniques training for panic disorder: systematic review and meta-analysis. Journal of psychosomatic research, 98, 44-55.

- Nardi, A. E. et al. Síndrome do Pânico: revisão da literatura. Brazilian Journal of Psychiatry, 2000.

Olatunji, B. O., Cisler, J. M., & Tolin, D. F. (2016). Quality of life in the anxiety disorders: A meta-analytic review. Clinical psychology review, 45, 27-38.

Sánchez-Meca, J. et al. Efficacy of psychological treatments for panic disorder: a meta-analysis. The Spanish Journal of Psychology, 2010.

Ströhle, A. (2018). Exercise and panic disorder: A systematic review. Journal of affective disorders, 225, 87-94.


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