Eu insisti. Você cruzou os braços na frente do tórax, primeiro no alto, próximo ao osso esterno, isto (eu bem sei) significa que existia um desafio. Quando eu disse que sabia de tudo, que você estava tendo um relacionamento com ela, seus braços, ainda cruzados, abaixaram e ficaram na direção do abdômen.

LINGUAGEM CORPORAL

EU SABIA QUE VOCÊ MENTIA

Um texto sobre Linguagem corporal

Linguagem Corporal – Leitura Fria

LINGUAGEM CORPORAL – Espero que esse bilhete seja lido em um bom momento e que não lhe cause nenhum tipo de transtorno. Escrevo enquanto observo você e o seu jeito de ser. A sua linguagem não verbal é muito rica e por isso resolvi deixar por escrito tudo que consegui captar de você.

Você sempre é muito animado em suas conversas, seus movimentos as mãos e os braços, essa sua forma toda particular de colocar as palavras no ar, como se as mãos fossem parte de um vocabulário especial, esse é o seu charme secreto. Mas, só quem te conhece bem sabe que isto é parte de um esquematizado jogo de conquista. Hoje, isto não ocorreu.

Quando você estava narrando o seu dia, falando sobre o trabalho, seu corpo estava inclinado para à frente e suas mãos mostravam as palmas na minha direção. No entanto, quando eu comecei a falar sobre a sua nova funcionária seu corpo se recolheu e suas mãos se fecharam. Você encostou as costas na poltrona de tal jeito que ela chegou a afundar um pouco, parecia que sua intenção era sair da sala através de um buraco no sofá.

Eu insisti. Você cruzou os braços na frente do tórax, primeiro no alto, próximo ao osso esterno, isto (eu bem sei) significa que existia um desafio. Quando eu disse que sabia de tudo, que você estava tendo um relacionamento com ela, seus braços, ainda cruzados, abaixaram e ficaram na direção do abdômen. Sabe o que isso significa? Medo meu querido!

Sim, foi naquele instante eu tive a certeza que você mentia o tempo todo para mim. Você estava com medo. Deixa eu lhe explicar caso você desconheça: quando colocamos os braços cruzados abaixo do osso esterno, que cobre o peito, é um sinal claro que buscamos proteger uma área que, anatomicamente, não tem grandes proteções. Isto é da própria evolução natural da espécie humana! Não temos controle consciente sobre estes movimentos, são assim quase automáticos, compulsórios!

SIM! EU SEMPRE SOUBE: EU CONHEÇO A LINGUAGEM CORPORAL

Claro que, você pode argumentar que isto é circunstancial e que pode ter ocorrido uma grande coincidência. Sim, porém, nas repostas que você dava ao meu inquérito, uma estranha coceira se apossou do seu rosto, lembra-se disto pelo menos?

Sabe, uma das coisas que sempre gostei na sua personalidade é esta sua sede de saber, por isto não me custa explicar por que ocorre esta sensação incômoda no rosto e pescoço. Quando uma pessoa mente, sabendo que esta mentira pode causar dano se descoberta, o sistema endócrino reage para uma possível situação de luta ou fuga e aumenta a pressão arterial fazendo o sangue fluir mais rapidamente. Os vasos periféricos da face são irrigados em grande velocidade e, este movimento faz surgir uma coceira real no nariz, canto da boca, olhos e pescoço. O corpo sempre vai delatar uma situação de estresse nessas circunstâncias muitas vezes com uma vermelhidão no rosto.

Preste atenção, não houve confissão expressa verbalmente, tudo foi inconsciente. Não se sinta culpado, embora seja. Como, por exemplo, a sua respiração lentificada. Quase não dava para notar se você estava vivo ou não. O ombro nem mexia, subindo e descendo como ocorre com todas as pessoas em estado de calma e tranquilidade. Ao final, com o estresse gerado pela nossa conversa, sua respiração estava rápida e curta: uma prova de nervosismo; assim como as piscadas dos seus olhos: mais rápidas que o normal. Não há como escapar de tantas evidências, você mentia sim e eu sabia disso o tempo todo, apenas me controlei.

Agora, tenho outra prova mais contundente ainda de sua elaboração fictícia, de sua estratégia falha de me enganar: seus olhos! Sim, meu amor, os seus olhos!

Todas às vezes que você respondia uma pergunta minha relacionada a ela, os seus olhos se movimentavam para o alto da testa do lado direito. Sendo você destro, é neste lado do cérebro que está o mecanismo da imaginação, então, todas suas falas, nestes momentos, eram criadas, imaginadas: pura mentira!

NUNCA MAIS ALGUÉM IRÁ ME ENGANAR

Mais uma coisa que eu quase me esqueço de falar: os seus lábios. Eles também me disseram mais que as palavras. Uma pessoa normal, destra, falando sem pressão ou emoção tende a movimentar mais o lado direito dos lábios. Isto porque a região de Broca e área Wernicke, responsáveis pela movimentação motora e compreensão da fala, estão do lado esquerdo do cérebro. Você sabe que o lado esquerdo do cérebro movimenta o lado contrário do corpo. Pois bem, no momento em que a emoção domina o orador este movimento muda de lado! Não é impressionante? Ah! Mas, impressionante mesmo foi ver seus lábios “sambarem” diante dos meus olhos.

Tenho de ir embora, não vou te ocupar mais falando sobre algo que já está claro. Neste momento os meus próprios pés apontam para a porta de nosso apartamento, por onde eu sairei e nunca mais voltarei. Meus pés estão tais quais os seus durante a nossa conversa, apontando para a porta. Isto também é um movimento inconsciente de quem deseja fugir de uma situação. Afinal, os pés sempre apontam para a área de interesse e foi, justamente, por observar seus pés apontando para ela na festa da empresa, que eu decidi estudar mais sobre análise comportamental e linguagem corporal.

Tenha uma boa vida, a minha será!

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LINGUAGEM CORPORAL

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Atraso de Linguagem

ATRASO DE LINGUAGEM

Atraso de linguagem – O período de formação da fala se estende desde o nascimento até os 4 anos, isto quer dizer que até esta idade o organismo está se formando para produzir e aprimorar os sons. Aos 6 meses começam os balbucios, que progridem, passando por estágios de aquisição da linguagem e aos 2 anos a criança já forma frases de até duas palavras.  Então, se aos 2 anos a criança tem dificuldades de se expressar por palavras é aconselhado procurar a ajuda de um profissional.

O atraso de linguagem pode estar ligado a um atraso no desenvolvimento global da criança. É importante ver como foram as etapas motoras, se com 3 meses firmou a cabeça, com 6 meses conseguiu sentar, com 9 meses engatinhou e ficou em pé com apoio e com um ano deu os primeiros passos junto com as primeiras palavras.

Atraso de Linguagem

Atraso de Linguagem

PROBLEMAS DE AUDIÇÃO INTERFEREM NO ATRASO DE LINGUAGEM ?

Problemas de audição podem interferir nos casos de Atraso de Linguagem por isso é importante uma triagem auditiva, mas o fator emocional é o mais encontrado.  Neste tipo de distúrbio, as causas mais comuns são os traumas, carência afetiva, superproteção, e o uso de outro idioma em casa, dificultando assim a socialização desta criança que poderá apresentar deficiência no vocabulário, na capacidade de formar ideias e desenvolvimento tardio na estruturação de sentenças.

Um atraso de linguagem, quando detectado precocemente pode ser melhor sanado evitando que se transforme em uma dificuldade maior.  É importante diagnosticar a causa do Atraso de Linguagem, pois este pode estar ligado também as relações das crianças com as pessoas com as quais convivem, pouca estimulação linguística e muitos programas e equipamentos em que a criança se torna mero espectador como televisão e tablets favorecem a postura da criança ser apenas um ouvinte.

É de extrema importância a utilização de atitudes abordadas por pais e educadores. Estes ajudam a criança a desenvolver a linguagem como uma forma preventiva de problemas que possam surgir futuramente.

ALGUMAS DICAS QUE PODEM AJUDAR A ENFRENTAR O ATRASO DE LINGUAGEM

Apresentamos então algumas dicas que possam auxiliar:

  • Aproveitar os momentos de maior atenção da criança para conversar com ela.
  • Pronunciar corretamente as palavras.
  • Ler livros com a criança e para a criança.
  • Devolver sempre as palavras ditas pela criança de maneira correta e motivadora, sem infantilizar a sua fala.
  • Dê pequenas ordens, como “pegue um copo para mamãe”, “jogue um beijo para o papai”.
  • Aproveite as situações do dia a dia, como a hora do banho, da alimentação e troca de fraldas.
  • Brincar com a língua, lábios e bochechas. Fazer caretas, estalar língua, barulho de carro (vibrando os lábios), jogue beijo, encha as bochechas de ar e solte-as.
  • Esperar que a criança tente falar. O “apontar” para pedir as coisas não deve ser atendido pelos pais.

A criança aprende com suas experiências e o papel do adulto é proporcioná-las.  No caso do atraso de linguagem ou de trocas fonéticas em que não se consegue entender o que a criança fala. É muito importante que os pais procurem uma avaliação fonoaudiológica. Muitas vezes bastam algumas seções de estimulação de linguagem e orientação aos pais para favorecer o desenvolvimento da fala.

Autora deste texto: Raquel Medeiros – Fonoaudióloga e Pedagoga

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ORIENTAÇÃO VOCACIONAL

Orientação vocacional (ou profissional) tem o objetivo de contribuir diretamente para a escolha de uma profissão ou para revisão do progresso profissional, levando em consideração as características da personalidade. Os profissionais do ISEC estão preparados e possuem grande experiência na condução desses processos.

 

orientação vocacional e profissional no ISEC em Copacabana

Muitas pessoas precisam se adaptar as mudanças que ocorrem todos os dias no mercado de trabalho e para isso a orientação vocacional é a melhor forma de descobrir suas reais habilidades.

Não são poucas as pessoas que veem em seu trabalho um martírio. O ato de se levantar todos os dias para se deslocar para o local onde se desempenha a função laboral não precisa ser algo doloroso. O processo de orientação vocacional existe  para levar a pessoa certa ao melhor cargo possível. Tornando o trabalho diário algo prazeroso e compensador.

A vocação que existe dentro de cada um de nós pode estar ofuscada pelas necessidades do dia a dia. As obrigações que a sociedade nos impõe pode abafar quem realmente somos e como podemos ser felizes e produtivos ao mesmo tempo. A vida é muito curta para nos comprometermos com uma função que nos dará desprazer.

Se você está se preparando para entrar no mercado de trabalho, se não escolher ainda uma profissão, esse é o momento certo de fazer o processo de orientação vocacional no ISEC – Instituto de Psicologia Ser e Crescer com sede em Copacabana na cidade do Rio de Janeiro.

Se você já é um profissional e está descontente com sua função ou precisa se recolocar no mercado de trabalho, não perca mais tempo. Faça contato ainda hoje com o ISEC e agende o início do seu processo de orientação vocacional.

Assim, testes psicológicos, técnicas, entrevistas e procedimentos conduzidos por profissionais psicólogos com mestrado e doutorado apresentam, no final, um laudo especificando em quais possibilidades de áreas ou profissões você poderia se inserir com melhor qualidade de vida.

Trabalhar não precisa ser um sofrimento se você está fazendo o que gosta e usando todas as suas capacidades.

 

Faça o processo de Orientação Vocacional no ISEC – No máximo oito sessões de uma hora e você poderá ter, por escrito, o caminho profissional que lhe dará maior retorno.

 

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Informações

COMO VENCER O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO COM 10 PRÁTICAS COMPORTAMENTAIS

O medo de falar em público é um dos medos mais presentes na população de uma forma geral. A glossofobia, que está na categoria de fobia social, pode prejudicar bastante o desenvolvimento profissional e social de uma pessoa. Independente da condição cultural ou financeira, o medo de falar em público é mais comum do que podemos imaginar tendo uma incidência alta no meio corporativo. A introspecção e o afastamento das relações sociais ou da equipe de trabalho ocorrem com grande frequência nesses casos.

Os sintomas relacionados ao medo de falar em público podem variar de intensidade e formato, mas os mais comuns são: o surgimento de uma intensa ansiedade antes de ter de falar em público ou simplesmente ao pensar sobre isto; desconforto físico geral; possibilidade de sensação de náuseas ou pânico; boca seca; alterações no padrão da voz; rigidez muscular geralmente concentrada nos músculos das costas e pescoço; em casos graves podem ocorrer vômitos e ataques de pânico, que podem ser percebidos pelo aumento da sudorese na pele ou tremores nas mãos, braços ou pernas.

Uma pessoa que deseje alcançar a liderança em seu meio de atividade deve vencer esse medo antes de qualquer outra medida. O receio de falar em público está ligado ao medo de errar, de ouvir críticas, de ser repreendido e, como em muitos outros processos de ansiedade, vai ao encontro com o desconhecido: algo que ainda não ocorreu – e pode nem chegar a se concretizar no futuro – cria uma barreira no presente. Assim o “eu não consigo” ou “eu não estou pronto” surgem como justificativas e desculpas para a incapacidade de crescer profissionalmente.

DICAS COMPORTAMENTAIS: COMO VENCER O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO

Elaboramos 10 dicas comportamentais que podem ajudar bastante a vencer a ansiedade e permitir uma boa oratória a qualquer pessoa que realmente tenha a intenção de ultrapassar essa barreira social:

1 – BEBA ÁGUA – Um bom truque comportamental é ter uma garrafa pequena ou copo próximo para, sempre que houver uma pausa, tomar um pouco de água. Manter o copo na mão ou a garrafa também é válido se a audiência for pequena e o ambiente familiar (como a sala de reuniões da empresa).

2 – POSTURAS DE VENCEDOR – Uma pesquisa de Harvard comprovou que algumas posturas alteram as taxas hormonais colocando o corpo mais à vontade para enfrentar desafios. Antes de começar a sua apresentação, vá a um canto onde não possa ser visto (o banheiro, por exemplo) e faça as seguintes posturas por dois minutos: a pose do super-homem ou mulher-maravilha com as mãos na cintura; postura do general com as mãos atrás do corpo; e as mãos no alto se encontrando atrás da cabeça. Pronto! Após isso você vai estar bem melhor disposto para a sua palestra.

3 – COMECE DE FORMA LEVE – Sempre que possível comece sua apresentação com uma história leve, uma metáfora, uma coisa engraçada sobre o tema (não depreciativa) para conquistar a simpatia dos presentes logo nos primeiros minutos.

4 – USE FICHAS E POWER POINT – Por dois motivos: as fichas lhe ajudam a ficar com as mãos ocupadas e o power point, além de servir de guia nos assuntos, também divide a atenção da plateia diminuindo o possível impacto psicológico das pessoas olhando fixo para você.

O PODER DA LINGUAGEM NO AMBIENTE CORPORATIVO

VOCÊ CONSEGUE SIM!

5 – NÃO COMA MUITO NÃO TOME CAFÉ – Claro, todos sabemos que o café é estimulante, mas, também causa ansiedade. Comer muito, antes de uma apresentação, pode lhe causar desconforto físico e lentidão de raciocínio. Procure se alimentar levemente nessas ocasiões.

6 – MÃOS NOS BOLSOS? NUNCA! – Uma postura que deve ser evitada a todo custo é o ato de enfiar as mãos nos bolsos com todos os dedos juntos. Isso passa uma ideia de medo além de ser grosseiro. Se tiver de colocar as mãos nos bolsos mantenha, pelo menos, os polegares para fora. Isso é menos ofensivo à plateia.

7 – TREINE UM POUCO MAIS – Vale tudo para um bom treino: gravar em vídeo e analisar depois, se apresentar em frente a um espelho, usar a família como cobaias e falar sozinho enquanto dirige para o trabalho ou de volta para casa. Ninguém se sente completamente preparado para enfrentar uma audiência, no entanto, o treino constante traz mais segurança as pessoas.

8 – LAPELA OU MICROFONE DE MÃO? – Isso vai depender do equipamento disponível, do tamanho da audiência e se realmente é necessário. O uso do microfone de mão tem seus segredos e, um deles, é descobrir se ele é direcional ou não. Se for, tenha o cuidado de estar sempre com ele voltado para a sua boca ao virar a cabeça por algum motivo. Muitas pessoas mantém o microfone na frente do dorso e movem a cabeça em todas as direções. Alguns microfones não são capazes de captar a voz dessa forma: eles precisam ser direcionados para a boca do orador.

9 – UM BOM FINAL – Toda apresentação deve ter um grande final para ser lembrado. Um encerramento que toque emocionalmente as pessoas. Isso pode ser feito com uma metáfora inspiradora ou por uma história pessoal que tenha um fundo ético e moral.

10 – FAÇA BONS CURSOS E TREINAMENTOS – Várias instituições ofertam cursos de comunicação e oratória em público. Esses cursos podem ser feitos por qualquer pessoa que deseje, de forma presencial ou online. O Instituto de Psicologia Ser e Crescer (ISEC – com sede em Copacabana na cidade do Rio de Janeiro) tem uma agenda de cursos em várias capitais do país e também leva este tipo de treinamento para dentro das empresas em um perfil In Company de apenas um dia. Veja neste link: http://manualdoexito.com.br/wordpress/oratoria_  todos os formatos disponíveis de cursos de oratória e comunicação em público.

FINALIZANDO

Esses cursos focam em dinâmicas e estratégias comportamentais que criam uma atmosfera de segurança possibilitando uma apresentação tranquila com as posturas adequadas. Criado por psicólogos com larga experiência em veículos de comunicação de massa, sala de aula, congressos e conferências, este perfil de conteúdo também irá impactar na sua vida social de forma positiva.

Entre no link e tenha mais detalhes sobre todos os formatos possíveis de vencer o medo de falar em público.

A história da hipnose possui o seu início nos primórdios das primeiras civilizações, sendo considerada tão antiga quanto à própria humanidade, onde nas culturas antigas esta prática era usada como uma forma de cura utilizada pelos sacerdotes.

UM POUCO DA HISTÓRIA DA HIPNOSE

A história da hipnose possui o seu início nos primórdios das primeiras civilizações, sendo considerada tão antiga quanto à própria humanidade, onde nas culturas antigas esta prática era usada como uma forma de cura utilizada pelos sacerdotes.

A hipnose é conhecida como um estado alterado da consciência que é caracterizado por ser focada em uma atenção extrema e um profundo relaxamento físico, permitindo assim o enfoque em relação a abordagem do subconsciente das pessoas.

Sendo considerado como um fenômeno universal, a hipnose ainda pode ser encontrada na história da humanidade, passando por diversas culturas diferentes de rituais, danças, expressões e forças da natureza advinda dos povos civilizados, onde todos seguiam e procurava um estado de consciência, o famoso transe.

 

CONHEÇA MAIS SOBRE A HISTÓRIA DA HIPNOSE

Pode-se dizer que a história da hipnose foi associada a diferentes ideias, onde ao longo do seu desenvolvimento foram surgindo diferentes momentos do seu uso e aplicações. Sendo assim, segue abaixo a utilização do estado hipnótico durante a história da humanidade.

  • Em 1500 A.C. nas culturas antigas, como no Egito, a Hipnose era uma das formas mais usadas de cura pelos sacerdotes. Entretanto, esta não era utilizada em termos formais de hipnose, mas sim na utilização de procedimentos hipnóticos para a cura de diversas dores e doenças.

Assim, a hipnose era utilizada na antiguidade envolvendo magia, misticismo e religiosidade como os principais objetivos de cura através da imaginação, profecias, captação de ideias e mensagens dos deuses.

  • Já no século XVIII e XX, a hipnose passou por um período de experimentação cientifica com Franz Mesmer, o qual era um médico austríaco que iniciou os seus estudos devido ao interesse no magnetismo animal para se obter informações sobre a cura de dores e doenças.

MESMERISMO: O PAPEL DE MESMER NA HISTÓRIA DA HIPNOSE

Entretanto, algum tempo mais tarde, Mesmer percebeu que o homem também era capaz de captar energia e passou a estudar o magnetismo humano, onde realizou várias cirurgias e anestesias sobre transe hipnótico.

Assim, foi desenvolvida a expressão Mesmerismo, o qual teve um enorme destaque no meio científico e acadêmico, por mais que tenha alcançado muito sucesso e alguns fracassos. Por fim, Mesmer acabou sendo descreditado do seu trabalho no meio científico, mas os seus métodos ainda continuaram a ser utilizados até os dias de hoje.

  • No caso de James Braid, este era um médico inglês que quando assistiu a uma cirurgia efetuada por Mesmer com anestesia geral recorrendo a  hipnose se interessou e começou a estudar o processo, reformulando consequentemente a teoria de Mesmer.

Além disso, por muitos anos a hipnose foi esquecida e mal interpretada por não ser compreendida na época devido à natureza e dinâmica dos seus fenômenos.

  • Em 1889 ocorreu o primeiro Congresso Internacional de Hipnose, o qual foi organizado pelo médico Jean Charcot contando com a participação de vários especialistas como William James, Lombroso e Sigmund Freud.

LIVROS SOBRE A HISTÓRIA DA HIPNOSE

A partir daí diversos livros passaram a ser escritos, onde as revistas científicas começaram a publicar artigos sobre hipnose. Além disso, William James ainda incluiu um capítulo sobre hipnose no seu livro Princípios de Psicologia, e Wilhelm Wundt, o qual é conhecido como o pai da Psicologia como Ciência, escreveu um livro sobre a hipnose.

  • A hipnose ainda foi estudada por Milton Erickson, que desenvolveu uma psicoterapia com diversas definições, principalmente devido as diferentes fases que viveu, onde até a década de 60, procurou utilizar vários dos conceitos psicanalíticos para uso e compreensão da hipnose.

Além disso, nas últimas duas décadas da sua vida, ele ainda desenvolveu uma abordagem de compreensão do ser humano. Criando um vocabulário e técnicas como, inconsciente sábio, recursos para superação dos problemas, aprendizagens automatizadas, transe, técnica de confusão, sugestões indiretas, entremear, semeadura, mente consciente e mente inconsciente, utilização de anedotas, metáforas e tarefas.

  • Além desses, Sigmund Freud, um dos mais conhecidos até os dias de hoje, praticou a hipnose em seus tratamentos, mas depois de certo período abandonou esta prática, embora ainda continuasse a tirar proveito das suas descobertas.

Portanto, com a história da hipnose é possível concluir que este é um assunto que abrange diferentes ideias e opiniões desde a antiguidade. Assim sendo considerado como um desenvolvimento e fortalecimento de uma verdadeira conexão de alma entre os seres humanos.

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o que faz um hipnoterapeuta Atendimento com hipnose Clínica em Copacabana

O QUE FAZ UM HIPNOTERAPEUTA ?

O que faz um hipnoterapeuta ? Se você se interessa por hipnose e deseja se tornar um hipnoterapeuta, saiba que para ser esse profissional é necessário ir além de buscar os conhecimentos necessários para exercer as técnicas, pois é preciso ainda estar familiarizado com o processo terapêutico.

A hipnoterapia é conhecida como um trabalho terapêutico que utiliza de técnicas da hipnose como principal instrumento para o tratamento de doenças, onde o indivíduo realiza uma busca por ele mesmo, ou com a ajuda do terapeuta, possuindo assim solução para diferentes problemas.

Além disso, é importante lembrar que não existe apenas uma forma de hipnoterapia, pois cada hipnoterapeuta já vem de uma linha teórica da Psicologia, procurando usar a hipnose como forma de compreensão do ser humano. Assim, cada processo terapêutico é muito diferente e consequentemente os seus resultados também.

Saiba mais sobre o que é um hipnoterapeuta

O hipnoterapeuta é um profissional que realiza uma terapia psicológica e aconselhamento onde procura tratar diversos tipos de transtornos emocionais e psicológicos, além de muitos hábitos e sentimentos ​​indesejáveis.

Assim, o objetivo deste profissional é procurar ajudar seus clientes no processo de encontro de alternativas que sejam significativas em relação as suas atuais formas de pensar, sentir e agir.

Além disso, o hipnoterapeuta também procura ajudar diversos clientes a aceitarem mais a si mesmos e os outros, sendo este um grande efeito quanto ao desenvolvimento pessoal, pois é possível atingir a libertação do potencial interior.

Com isso, diferente de muitas outras terapias psicológicas, o tratamento de hipnoterapia é avaliado como uma abordagem em curto prazo em que a mudança pode trazer muitos benefícios com um número relativamente pequeno de sessões.

Atendimento com hipnose Clínica em Copacabana

o que faz um hipnoterapeuta

Normalmente o que faz um hipnoterapeuta, na prática, é procurar fazer uma combinação de procedimentos hipnóticos, como o aconselhamento apropriado e outras técnicas terapêuticas. E mesmo que ocorra qualquer dúvida sobre a combinação de habilidades que serão utilizadas, o terapeuta deve ser requerido para possa fazer uma explicação da metodologia que está preferindo.

Muitas pessoas ainda possuem dúvidas sobre quem pode ser hipnotizado, e a resposta é praticamente todos. Entretanto, é importante fazer uma observação de que alguns são mais facilmente hipnotizáveis ​​do que outros, além de depender também de uma disposição para ser hipnotizado naquele momento.

Além disso, esta vontade própria irá depender de diversos fatores, além da confiança no terapeuta em questão. Assim, entender qual é o nível de transe deve ser necessário na intenção de conseguir alcançar um resultado benéfico, mesmo que ainda haja alguma discordância, pois as maiorias dos estudiosos concordam que o nível ou a profundidade do transe obtido não possui nenhum relacionamento com os resultados benéficos que podem ser obtidos.

O QUE FAZ UM HIPNOTERAPEUTA? A HIDROTERAPIA É EFICAZ ?

Dessa forma, a hipnoterapia pode ser considerada como extraordinária e eficaz. Mas, é necessário que as técnicas corretas estejam sempre presentes. Pois se você estiver no momento certo e com um profissional adequado, então todos as suas metas poderão ser alcançadas.

Assim, considerando que a hipnoterapia pode ser utilizada para poder ter um acesso ao potencial interno de uma pessoa. Então a maioria das pessoas que realizam o tratamento com um hipnoterapeuta podem se beneficiar. Entretanto, não irá depender apenas do potencial ou se a hipnoterapia está bem posicionada, mas também de recursos internos da pessoa para que se tenha uma mudança benéfica.

Assim, pode-se dizer que a capacidade de cura natural do próprio corpo pode ser estimulada pela hipnoterapia. Consequentemente, os diversos problemas que podem ser passíveis de hipnoterapia são muitos e variados incluindo problemas. Como:

o stress,

ansiedade,

pânico,

fobias,

hábitos e vícios indesejáveis,

perturbações de sono,

falta de confiança e baixa autoestima,

medo de ter comunicação em público, a

lergias e doenças de pele,

enxaqueca e síndrome do intestino irritável,

entre muitos outros problemas.

É importante salientar também que a hipnoterapia vai além da medicina. Ela pode usada na área de Odontologia, Psicologia, na Fisioterapia, na Enfermagem e outras profissões de saúde.

Assim, o hipnoterapeuta pode ser extremamente útil quando coloca em prática métodos que podem auxiliar a vida das pessoas. Incluindo a saúde mental e emocional, um melhor bem-estar físico, o trabalho no desenvolvimento espiritual. Também na criatividade, na motivação, nas preocupações de negócios, na realização dos mais diversos objetivos. De fato em muitos outros pontos que pode ser positivos.

Agora você já sabe o que faz um hipnoterapeuta.

 

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A FACE FALA

Por Prof. Dr. João Oliveira

Imagine um mundo onde não exista linguagem verbal e todas as pessoas são mudas, não há um único som, nem mesmo um gemido ou grito que faça algum sentido. Não há nenhuma verbalização, que leve alguma informação relevante. Como seria possível uma interação social entre os indivíduos dessa espécie? Isso já ocorreu!

Pode ter sido assim, exatamente assim, por um bom tempo entre os nossos antepassados. Antes da fala tentamos muitos recursos que foram usados por centenas de anos, quem sabe milhares, como gestos e expressões faciais. A comunicação por signos sonoros surge muito depois e, para que houvesse a comunicação primeira, o corpo se moldou dando especificidade a face: o único lugar do corpo humano onde os músculos estão ligando pele a osso.

Podemos, então, inferir que a primeira forma de comunicação ocorreu através de um código de expressões faciais e, talvez seja por isso, que podemos expressar emoções e sentimentos que não temos ciência em nível consciente.

Somos capazes de fazer algo ainda mais incrível: sinalizar como somos emocionalmente pelas marcas que deixamos no rosto. Lembre-se que são os músculos que expressam as emoções! Quando exercitamos um músculo do braço, por exemplo, depois de algum tempo ele toma uma forma que pode ser vista por qualquer um, pois há uma modificação no delineamento do corpo. No rosto é a mesma coisa: a expressão das emoções movimenta determinados músculos, com a repetição, ao longo dos anos, o rosto acaba apresentando marcas percebíveis como rugas ou volumes de contorno. Quem não vivencia emoção alguma, o que é impossível ao longo de uma vida, também mostra isso na face, ao apresentar flacidez, pela idade, em ondulações percebíveis.

O homem sabia se comunicar só com o rosto, mas para onde foi essa informação, o que ocorreu com ela? Como perdemos essa capacidade? Culpa da fala! O ato de se comunicar verbalmente fez com que abandonássemos quase totalmente a linguagem das expressões faciais. Um idioma universal, pois as emoções básicas se apresentam, do mesmo jeito, em todos os humanos.

Desde que Darwin, em 1872, publicou seu livro: “A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais” com uma série de estudos sobre este vasto universo das emoções humanas e como elas se manifestam no corpo, muita coisa evoluiu. Durante mais de quarenta anos, o livro de Darwin foi o único registro escrito sobre esse tema no mundo ocidental, depois com o surgimento da psicologia experimental, o assunto é retomado. Este livro não teve forte repercussão, e não tem até hoje, provavelmente em função da comparação que fez, da similaridade das expressões de inúmeras espécies animais com às do homem. Outro ponto que é abordado no livro é uma incrível coincidência entre diferentes culturas na forma de expressar as emoções básicas através do rosto. Numa pesquisa, por cartas, Darwin começa a perceber esta possível condição inata de comunicação facial.

São seis as emoções básicas – raiva, tristeza, alegria, nojo, medo e espanto – manifestas do mesmo jeito em todo o planeta. O reconhecimento destas emoções deve ser igualmente uma condição inata, pois, como já sabemos, é a primeira forma de comunicação do homem.

O rosto tem esta especialidade: uma possibilidade evolucionária que garantiu, antes da verbalização, uma forma de entendimento entre os indivíduos da mesma espécie. Desta forma, tal qual a estrutura funcional, a condição de leitura também deveria ser natural. Mas aí reside uma surpresa, ela está em nós, porém, adormecida. Ler a face do outro, perceber o que ele sente mesmo antes que a emoção surja no nível consciente, é uma função normal de todos os seres humanos. Tanto é que bastam algumas horas de treinamento para qualquer um “lembrar” deste idioma perdido.

Algo que conhecemos como “memória celular” ou “genética” não perde nada que foi útil para nossa sobrevivência durante a evolução, seja ela humana ou não. Acordar essa possibilidade é abrir uma nova janela de comunicação com o outro e melhorar nossos relacionamentos sociais.

Desta forma, podemos apurar a nossa percepção e, nos tornamos capazes de prever uma reação emocional antes que ela se instale no outro. As expressões podem ter maior ou menor grau de transparência dependendo da cultura social e, se antecipar nas decisões, pode fazer toda a diferença do sucesso ou fracasso em uma comunicação. O interessante dessa abordagem é que já existe, em nós, o mecanismo completo para isso.

Isso pode ser útil: para se relacionar melhor; atender um cliente; entender nossos filhos; prever comportamentos hostis; evitar abordagens desastrosas; ser mais feliz, mesmo com algumas perdas emocionais: quem “lê” um rosto, enxerga a alma!

Expressos ou Instalados

Um professor, em sala de aula, pode facilmente perceber um aluno de cabeça abaixada e entender que precisa se esforçar mais para atrair a atenção desse jovem. Ele, também, pode olhar, de frente para o professor, e esboçar o mesmo desinteresse na face. Num diálogo, estes sinais podem estar expressos nas microexpressões que são inconscientes e rápidos ou lentos, quando se tornam instalados. Olhar no ponto certo do rosto e prestar mais atenção nos movimentos de determinados músculos faz toda diferença. Se for rápido e predominantemente no lado esquerdo (em destros) trata-se de um movimento emocional expresso, mas ainda não instalado, ou seja, a emoção ainda não está plenamente consciente. O contrário, se for mais demorado e do lado direito da face, nos diz que a pessoa está bem consciente da emoção e já pode ter, inclusive, um pensamento crítico a esse respeito.

Essa análise deve presumir que você já sabe quem é destro ou quem é canhoto. Coisa, inclusive, fácil de perceber. Basta olhar qual o lado da boca se movimenta mais durante a fala. Os destros movimentam com mais energia o lado direito da boca, já os canhotos tem o movimento mais firme no canto esquerdo da boca, pois o controle da condução da fala está alojado do lado direito do cérebro. Fácil não?

Podemos fazer mais ainda: em um banco, o caixa pode perceber a atitude suspeita de um individuo que olha muito para os lados. Isso pode indicar desconfiança e medo. Mas o rosto pode dizer se há intenção, pois, se o músculo entre as sobrancelhas (corrugador) estiver quase unindo as duas, significa que uma forte tensão que está sendo externalizada. O operador de segurança poderá fazer uma abordagem assertiva e evitar uma provável tragédia em curso.

O casamento está acabando e as palavras começam a ter peso, tudo que se fala é pensado para não piorar ainda mais a situação. Uma análise no rosto do companheiro ou companheira pode ajudar a entender o que se passa dentro do outro. Uma rápida mexida com a ponta dos lábios do lado esquerdo do rosto pode significar que o caminho será mais difícil, pois ela (ou ele) acabou de sinalizar com o desprezo inconsciente, manifesto, porém não instalado. No entanto, mesmo sem falar, o queixo contrai o músculo do amuo como na época de criança, querendo uma solução, pedindo ajuda em sua indecisão. Então vale o esforço, ainda há solução.

O cliente não quer comprar mesmo o produto, seus olhos vasculham a loja e nada encontra que o agrade. Uma luta interna entre querer algo e não estar disposto a pagar pelo preço está ocorrendo dentro dele. Qual o melhor momento para finalizar a proposta? E quando dar o maior desconto? Ou simplesmente achar uma forma rápida e educada de sair dessa situação com alguma lucratividade sem ofender o outro? Olhe bem nos cantos da boca, observe os movimentos enquanto a cabeça dele se volta para este ou aquele produto. Na antiga China, os mercadores davam preços nas coisas de acordo com a dilatação da pupila do comprador, quanto mais abertas, maior o preço. Hoje, os olhos escurecidos pela mistura racial nem sempre permitem isso, mas o rosto… bem esse não mudou nada em suas caretas e sorrisos.

Em todos os ambientes este conhecimento pode ser útil. Onde o contato pessoal e visual é possível, usar o código facial pode ajudar nas relações interpessoais. O contrário não é verdadeiro: conhecer o código não significa poder controlar seu próprio rosto. Isto é impossível, pois os movimentos inconscientes, ideomotores, estão além do nosso querer. Fazemos isso, e nem percebermos, o tempo todo.

Procure falar em frente a um espelho, buscando o melhor desempenho possível. Você pode até mentir com veracidade, se acreditar no que está falando. Agora se lembre de um fato que lhe emocionou e fale sobre ele, igualmente olhando no espelho, veja como seu rosto muda. Não existe meio de esconder e emoção, por isso os melhores atores podem até ter problemas ao interpretar personagens fortes. Para serem bons mesmo, têm de vivenciar as emoções como se fossem deles. Alguns adoecem e, como já sabemos, já houve até quem cometeu suicídio ou ainda outros, que se perderam numa vida desregrada. Provavelmente fruto das emoções negativas que incorporaram dos seus personagens e não conseguiram se livrar posteriormente. Já um mau ator todos percebem, pois não é possível “ver” a emoção na face dele.

Isso tudo indica um caminho: existe sim, uma real importância em conhecer as nuances dos movimentos do rosto. Em casos extremos pode significar a diferença entre viver e morrer.

Para saber mais em nossos cursos e treinamentos presenciais e online:

PRÓXIMAS DATAS:

2 e 3 de dezembro em Brasília

9 e 10 de dezembro em São Paulo

16 e 17 de dezembro no Rio de Janeiro – Copacabana

CURSO ONLINE:

o que vai fazer da vida

O QUE VAI FAZER DA VIDA ?

A educação que recebemos desde a infância está muito voltada para o mundo do trabalho e de uma escolha profissional. Isso não mudou muito nas últimas décadas, mas o modo como a orientação vocacional ou profissional acontece, tem seu foco, atualmente, mais direcionada para os interesses e busca pela satisfação com uma possível carreira e não somente para a ocupação de um cargo em uma empresa. Mesmo na idade adulta algumas pessoas se perguntam sobre o que vai fazer da vida ?

Hoje o processo conta com estratégias diferenciadas para contribuir para a escolha profissional de jovens e de pessoas que estão buscando uma nova profissão ou recolocação no mercado de trabalho. Em tempos de crise, repensar a vida profissional pode ser uma estratégia muito útil para mudar de vida e ampliar as possibilidades de carreira. A (re)orientação profissional contribui diretamente para a escolha dos próximos passos a serem dados em direção a uma carreira bem consolidada (saiba mais, clique aqui).

Se para um adolescente escolher que curso de graduação fazer pode parecer difícil, mudar de profissão, também não é tarefa fácil, pois no Brasil as pessoas criam uma forte identidade profissional e elos com as empresas que atuam, ficando difícil desconstruir essa identidade no momento da demissão ou saída voluntária.

O que vai fazer da vida

O QUE VAI FAZER DA VIDA ?

No processo de orientação profissional são avaliadas as conquistas já realizadas, os interesses, a personalidade, as possibilidades de investimento em novos processos de aprendizagem e, até mesmo, sonhos deixados para trás em algum momento da vida profissional. O coaching e o planejamento de carreira também fazem parte desse processo.

A reavaliação do momento de transição requer comprometimento pessoal e autoconhecimento e passa pela avaliação pessoal do que tem dado certo e do que tem dado errado, do que traz satisfação na realização e do que é apenas obrigação.

Muitas pessoas acreditam que devem exercer na sua vida profissional atividades que fazem cotidianamente e gostam muito. Mas é preciso saber escolher entre o que é um hobbie e o que pode ser efetivamente uma profissão, mas uma coisa é certa, é preciso gostar do que se faz.

É possível ser feliz no trabalho, mas para isso é importante conhecer suas próprias necessidades e caminhar na direção da autorrealização. Isso promove contentamento com as atividades realizadas, satisfação pessoal, profissional e vontade de realizar. Ou seja, é um elemento importante para a qualidade de vida.

O processo de orientação profissional pode ser realizado e grupo ou individualmente (clique aqui e saiba mais). Faça o seu, se conheça melhor e alcance os resultados que deseja para a sua vida!

 

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Transformação pela psicoterapia

TRANSFORMAÇÃO PELA PSICOTERAPIA

Vivemos um momento muito singular no Brasil. Com um cenário político e econômico complexo e que traz para a população incertezas, dúvidas, medos e, até mesmo, problemas de saúde física e emocional. Nessa situação pouco se pensa, de modo pessoal, em uma transformação pela psicoterapia.

Quando o desprazer aumenta, há uma tendência natural da busca pelo prazer para que haja um equilíbrio, contudo, muitas vezes essa busca pode ser desajustada, com foco no prazer imediato, que pode durar pouco e trazer consequências ao organismo.

Em função do cenário econômico, muitas pessoas estão sobrecarregadas de trabalho, ou foram demitidas e estão buscando uma recolocação. Elas precisaram se reinventar ou refazer suas vidas. Um processo assim pode gerar angústia, ansiedade e estresse. Uma busca por alívio pode se relacionar aos prazeres pautados na comida, bebida ou mesmo na fuga da realidade, como investir em dormir demasiadamente ou no uso de drogas.

As cobranças da sociedade são muitas e nem sempre as pessoas estão preparadas para lidar com elas. Dessa forma, crianças, adolescentes, adultos e idosos têm sofrido com sintomas diversos por pressões ambientais ou sociais.

A psicologia, através do atendimento psicoterápico, tem ajudado pessoas de todas as idades a encontrar sentido no que fazem e a ser felizes. Lidando melhor com as questões pessoais, profissionais, de relacionamento, dentre outros (Saiba mais clicando aqui) .

Transformação pela psicoterapia breve

TRANSFORMAÇÃO PELA PSICOTERAPIA

A psicoterapia contribui para que as pessoas possam criar estratégias de enfrentamento de problemas, lidar com situações difíceis, diminuir ansiedade, superar dificuldades e conflitos, conquistando mais qualidade de vida, saúde e bem-estar.

Alguns benefícios da psicoterapia:

  • Facilita a expressão emocional
  • Aumenta a autoestima
  • Desenvolvimento da autonomia
  • Ampliação do autocuidado
  • Melhora a qualidade de vida
  • Autoconhecimento
  • Gerenciamento emocional
  • Desenvolvimento de habilidades sociais
  • Enfrentamento e superação de problemas
  • Maior segurança nas ações e relações

Aqueles que se permitem experimentar um processo terapêutico conseguem desenvolver autocompreensão e foco no que é importante em suas vidas de modo mais rápido e eficaz (veja alguns tipos de psicoterapia clicando aqui)

Muitas vezes o ambiente tem um forte impacto sobre a pessoa. Entretanto, é esta a única capaz de transformar seu olhar em relação ao ambiente, se posicionando de uma forma diferente, para que alcance novos resultados. Talvez o ambiente não mude. Mas, quando o modo de o perceber e de lidar com ele mudam, é possível transformar sofrimento em felicidade, com entendimento e autoconhecimento.

Não deixe para ser feliz amanhã, invista em você hoje!

 

LEIA UM ESTUDO SOBRE PSICOTERAPIA BREVE